
O escritor José Américo de Almeida (1) também foi orador, na tradição de Marco Túlio Cícero;(2) moralista, segundo Juan Luís Vives, Alfonso de Valdés, António de Guevara, Diego de Saavedra Fajardo e Baltasar Gración (3); bem como estadista e pensador político, à semelhança, entre os brasileiros, do Pai Fundador do Brasil Nação, José Bonifácio de Andrada e Silva (4), do abolicionista, Joaquim Aurélio Barreto Nabuco de Araújo (5) e, sem discriminação de ninguém, do emancipacionista, Darcy Ribeiro (6), do cultor das instituições, José Sarney (7) e do transfigurador de agendas, Fernando Henrique Cardoso (8). O Homem de Areia – terra natal do paraibano autor de A Bagaceira – quando da Restauração Democrática do II Pós-Guerra, ao reencontrar o Recife de sua formação jurídica, pontificou: “Este agora é o Pernambuco que eu conheci e amei, como a minha segunda terra, a terra do meu espírito, formado na vossa velha Faculdade e, principalmente, nas vossas praças públicas que eram, então, escolas livres da eloquência e do civismo do Norte. E o Pernambuco a que dei cinco anos de minha vida e que me deu a formação de toda a vida, numa idade em que nos educamos nos livros e, mais ainda, no ar que respiramos, como uma inspiração que circula por fora e por dentro da alma” (9) A força ressonante da química valorativa dos cenários de formação no curso da existência, com efeito, recebeu o sinete do reconhecimento americista: “ Que me deu as lições da liberdade e do direito, o sentimento democrático e o ensino da lei, para aprender a ser homem e poder ter a semelhança de Deus: ser livre e ser justo. Que traçou minha carreira de disciplina e reações. O impulso que, já no outono, me lançou nesta campanha ainda é a força desse passado que me joga para a frente” (10) Eis a mais do que relevante revelação, valiosa não apenas para um, mas para todos que a experimentaram.
A ser verdade o pressuposto em epígrafe, torna-se necessário formular as seguintes perguntas: como Coimbra, da velha Faculdade de Direito, a quem Gonçalves Dias concedeu quatro anos de sua vida, lhe conferiu – se porventura assim aconteceu – os valores norteadores de toda uma existência? Aprendeu o poeta de “Canção do Exílio” a conhecer e a amar a Universidade de Coimbra, respirando o ar da sua ‘segunda terra’, inspiradora, nos livros e nas praças, do chão de sua alma e do éter do seu espírito, no memorável compromisso, disciplinado e reativo, com o ‘ser livre’ e o ‘ser justo’, a fim de ‘aprender a ser homem e poder ter a semelhança de Deus’? A rigor, não há respostas substantivas para as questões propostas no primordial biógrafo do século XIX, Antônio Henriques Leal (11), e nos que o secundaram por todo o século XX, a exemplo de Lúcia Miguel Pereira (12), Josué Montello (13) e Manuel Bandeira. (14) Este é o fundamento do presente ensaio gonçalvino, que objetiva expandir a consciência sobre o quatriênio conimbricense, e como, de alguma dialética maneira, terminou por ser um fio condutor relevante, pelo sim e pelo não, no itinerário do homem, do artista e do pensador, cujas circunstâncias existenciais dialogariam, de forma decisiva, com a necessidade de fundação do humanismo nacional brasileiro. Tratou-se, ali, de proceder à construção processual de um espírito e de uma consciência, para a identidade de a nação dividida entre senhores e escravos, decorrente do 7 de setembro de 1822, dia e ano formais da Independência do Brasil.
Ora, encontrou Antônio Gonçalves Dias no Índio o substrato elementar, alicerçante do significado e do significante da nacionalidade, distanciando-se, simbolicamente, da polaridade senhorial e europeia, escravagista e africana, ambas recentes e adventícias, mas que muito tinham de si, para edificar o específico mito de fundação autônoma do Brasil e dos brasileiros. Nem a casa-grande, nem a senzala (15): o passado profundo, sim, as tribos da floresta, o contrato natural, onde estavam as raízes das raízes do Brasil (16). Nada mais artificial e equivocado, portanto, do que o juízo peremptório da valorosa Lúcia Miguel Pereira, impermeável àquilo que estava na rua da casa, no sangue e na alma gonçalvinos, quase todas as vezes que se dissociou das pegadas de Antônio Henriques Leal: “Gonçalves Dias, que vibraria mais do que ninguém, logo aderiu com o seu grupo ao de Serpa Pimentel. Desse seu contato com os medievalistas lhe veio, certamente, o amor do passado português que manifestou nas Sextilhas de Frei Antão; e o que deve do seu indianismo à influência romântica – menos importante do que a parte recebida no sangue e na infância em Caxias, tão cheia de índios – foi uma manifestação do mesmo sentimento transposto para o Brasil”. (17) Em decorrência, a romancista, ensaísta e biógrafa gonçalvina e machadiana sentenciou: “O indianismo teve, com efeito, entre nós, um caráter evidente de glorificação da raça, do mesmo nacionalismo que levou os europeus a cantarem a Idade Média. Os índios foram os nossos cavaleiros, os nossos barões, a nossa nobreza. Mais que ninguém, Gonçalves Dias assim os viu”. (18) Não é razoável, por falta de veracidade, a consequência lúcia-miguel- pereiriana.
Não compreendeu a biógrafa gonçalvina que espécie de mestiço foi o poeta da “Canção do Exílio”, no que tinha de branco, no que sabia ao negro e no que o definia como índio. Sim, em parte, mas em parcela altissonante, Antônio Gonçalves Dias era o índio, que estava em si, no sangue e na alma gonçalvinos, na sua casa, rua, praça e cidade de Caxias, desde o útero de onde fora proveniente. E mais: índio que conformara, como o bom selvagem, o mito espiritual da Revolução Francesa, preparado desde Michael de Montaigne (19) e iluminado por Jean-Jacques Rousseau (20), não por acaso, prócere do movimento romântico, autor do magno romance do século XVIII, modelo do Werther (21),de Goethe, qual seja, Júlia ou a Nova Heloísa: cartas de dois amantes habitantes de uma cidadezinha ao pé dos Alpes.(22) A bem da verdade, os nossos cavaleiros, os nossos barões, a nossa nobreza, na real, por Gonçalves Dias foram repudiados, como consignou Antônio Henriques Leal e repetiu Lúcia Miguel Pereira, ao recordar que o poeta foi recebido por Dom Pedro II, em companhia dos condecorados Joaquim Manuel de Macedo e M. A. Porto–Alegre, sem que portasse nenhuma comenda. Outorgou o Imperante ao autor de Brasil e Oceania a Imperial Ordem da Rosa, no grau de cavaleiro, em companhia dos nossos barões e da nossa nobreza, porém, o agraciado resistiu, redarguindo: “Nada, não quero que me confundam com algum tendeiro ou negreiro, basta que embrulhem aqueles a manteiga e o açúcar com o que escrevo!” (23) O poeta nada tinha de alienado, portanto, nele reinando a vigilância crítica quanto à realidade envolvente.
Dispunha Gonçalves Dias de aguda consciência histórica, merecendo a ponderação escrita por Antônio Henriques Leal, a saber: “Encostava-se neste parecer ao do Padre Antônio Vieira, de que as comendas em certos peitos não são cruz, são aspa, e quando via tantos sambenitados da honra, honrava-se de não ser um deles” (24). Muito diversa, de qualquer maneira, foi a motivação gonçalvina para escrever as Sextilhas de Frei Antão, a qual não decorreu de nenhuma rendição à influência do grupo medievalista de Serpa Pimentel, porém, da reagente necessidade de revelar o grau do seu conhecimento da língua e da linguagem portuguesas, quando do murmúrio de que tropeçava em seus fundamentos, restando minorado nos sentidos gramatical e estilístico, ainda que equivocadamente apontado, segundo registrou Josué Montello, no “seu drama Beatriz Cenci.” (25) Recorde-se, por oportuno, que em janeiro de 1847, quando tinha apenas vinte e três anos e quatro para cinco meses, começou Gonçalves Dias a escrever as Sextilhas de Frei Antão, merecendo de Sotero dos Reis a devida consideração quanto à sua precoce e substantiva erudição: “Causa em verdade assombro ver como um mancebo de vinte e três a vinte e quatro anos pode em tão pouco tempo adquirir tão profundo conhecimento de português antigo e moderno para compor, por um milagre de talento, que outro nome não tem, as mais belas e mimosas poesias na velha e pobre linguagem do Cancioneiro de El- Rei D. Diniz”(26), conforme consignou no seu Curso de Literatura. E o jovem poeta Gonçalves Dias tirava por menos o que era muito, como comprova a carta dirigida a seu amigo-irmão Alexandre Teófilo de Carvalho Leal: “Tenho escrito alguma coisa; ontem mesmo, Sexta-Feira da Paixão, acabei uns 400 versos para a obra que estou fazendo, e que eu quero ver se publico antes de sair do Rio, é uma obra que pretendo atribuir a um frade, que existiu em fins do século 15º e começo do seguinte: um pouco antiquado no estilo e no pensamento. Há já feitas cousas de quatrocentas sextilhas – de lendas, loas e solaus, e não sei té onde chegarão. São tuas, já tu disse”. (27) E assim não foi.
Entre outubro de 1838 e janeiro de 1845, enfrentando graves percalços, em Portugal e, em particular, em Coimbra, em cuja Universidade, fundada em 1290, conquistaria o grau de Bacharel em Direito, na primeira das três modalidades possíveis: o de Bacharel em quatros anos, o de Bacharel formado no quinto ano e o de Doutor com tese defendida. (28) O deslumbramento contrastou com a mais profunda decepção, na experiência gonçalvina em Portugal. A desorganização da economia maranhense, resultante da Balaiada, perpassou o oceano e, em ondas ressonantes, alcançou, de maneira frontal, o estudante maranhense, órfão de pai e dependente, para seu desgosto, da madrasta, D. Adelaide Ramos de Almeida. Dois testemunhos gonçalvinos são inexoráveis quanto aos necessários resgates, ambos dirigidos a Alexandre Teófilo de Carvalho Leal, cunhado de Ana Amélia Ferreira do Vale. Eis o primeiro, de 28 de setembro de 1843: “Aqui estou, meu amigo, nesta terra maldita e aporrinhada – maldita de quanta poesia há no mundo – e aporrinhada quanto aporrinhações podem aporrinhar um cristão” (29) E também o segundo, de 1 de maio de 1845: “Triste foi a minha vida de Coimbra – que é triste viver fora da pátria, subir degraus alheios – e por esmola sentar-se à mesa estranha. Essa mesa era de amigos… embora! O pão era alheio – era o pão da piedade – era a sorte do mendigo. Compaixão! É um termo de expressão incompreensível – não a quero”. (30) Entremeando-se no discurso, como terceiro incluído, a síntese do valoroso timbira foi reparadora e explicativa: “Mas ser desconhecido – ou mal conhecido, mas sentir dores d’alma, mas viver e morrer sem nome, sonhar de tormentos e viver deles – é mais triste ainda.” (31) Apesar da Universidade de Coimbra, a Universidade de Coimbra preparou Antônio Gonçalves Dias para a vivência de um grande destino. Ali haviam fracassado a Nova Pedagogia de Luís Antônio Verney e a Reforma do Marquês de Pombal. Se existia império era o do Reino da Estupidez, denunciado por Francisco de Melo Franco, que conheceu o cárcere da Inquisição por um quatriênio:
– “Muito ilustres e sábios acadêmicos!
Por direito divino e por humano, Creio que deve ser restituída
À grande Estupidez a dignidade Que nesta Academia gozou sempre.
Bem sabeis quão sagrados os direitos Da antiguidade são; por eles somos, Ao lugar que ocupamos, elevados Oculta vos não é a violência
Com que foi desta posse desbulhada. Vós, testemunhas sois dos sentimentos Com que a vimos partir tão desprezada: Porém sempre, apesar do seu desterro Constante, tributei dentro em meu peito Homenagens devidas à que fora
Na minha infância carinhosa Mestra E na velhice, singular Patrona.
Entrai pois, Companheiros, em vós mesmos, Ponderai sem paixão: para que serve
As pestanas queimar sobre os autores, A estimável saúde arruinando?
P’ra este tempo em bom sossego, Divertir e passar alegremente, Acaso precisais de mais ciência? Se os dias desta breve e curta vida
Tivéssemos com os livros perturbado Teríamos acaso mais prebendas,
Mais dinheiro, mais honra, mais estima? De que podem servir estes estudos
Que mais da moda se cultivam hoje? A barb’ra geometria tão gabada
Que mil proposições, todas heréticas, Aqui faz ensinar publicamente, Sabeis para que presta neste mundo? A sua utilidade temos visto,
Diga-o a Inquisição e mais não digo. Oh, góticos estudos nunca ouvidos Nos tempos, em que tanto florescia Um Seara, maior do que o seu nome Um Pupilo, um frei de São Mauro, Que sempre chorarão os frades bentos! Histórias Naturais, Foronomias, Químicas, Anatomias, e outros nomes Difíceis de reter, são as ciências
Que vieram trazer os estrangeiros. Há coisa mais cruel, mais desumana,
Mais contrária à razão, que ver os médicos Um cadáver humano espatifando,
Um corpo que habitou o Espírito Santo?
Nunca tal praticaste, oh bom Lopes, Quando pelo Natal, em um carneiro, O bofe, o coração, as tripas todas,
A teus hábeis discípulos mostravas. Quem pode sem desprezo ver um lente De imensos estudantes rodeado,
Pelos campos vagar, ali colhendo
Uma ervinha, uma flor, um gafanhoto? Acolá, um fuzil ferindo as pedras?
Deixemos, pois, um dia, oh sábia gente, Estes prestígios que nos têm cegado; Ponhamos como dantes estas coisas Em seu antigo ser; como bons filhos Recebamos a nossa Protetora;
O que foi sempre seu, em paz governe” (32)
(Continua no próximo número)
REFERÊNCIAS
- Consultar a respeito CORRÊA, Rossini. O liberalismo no Brasil: José Américo em perspectiva. Brasília, Senado Federal, 1994, 710 p.: il.
- Consultar a respeito CICERÓN, Marco Tulio. Obras selectas. Madrid-España, Edimat Libros, 2004, 433p. (Catilinarias; Filípicas; De la vejez; De la amistad).
- Consultar a respeito Moralistas espanhóis. Rio de Janeiro – São Paulo- Porto Alegre – Recife, W.M.Jackson Inc, 1960, 432 p. (Seleção e prefácio de David J. Pérez).
- Consultar a respeito Sousa, Octávio Tarquínio de. História dos fundadores do Império: José Bonifácio. Rio de Janeiro, José Olympio Editora, 1960, v.1, 362 p.
- Consultar a respeito NABUCO, Carolina. La vida de Joaquin Nabuco. Buenos Aires – República Argentina, VIAU, 1943, 487 p.
- Consultar a respeito RIBEIRO, Darcy. Confissões. São Paulo, Companhia das Letras, 1997, 591 p.
- Consultar a respeito SARNEY, José. Política, governo e povo. Brasília: Senado Federal – Gabinete do Senador José Sarney, 8v, 6364 p.
- Consultar a respeito, além dos Diários da presidência, CARDOSO, Fernando Henrique. A arte da política: a história que vivi. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 2006, 700 p.
- ALMEIDA, José Américo de. A palavra e o tempo: (1937 – 1945 – 1950). Rio de Janeiro, José Olympio Editora: João Pessoa, Fundação Casa de José Américo, 1986, p. 149.
- Id. Ibid., p. 149.
- LEAL, Antônio Henriques. Phantheon maranhense: ensaios biográficos dos maranhenses ilustres já falecidos. Rio de Janeiro, Editorial Alhambra, 1987, tomo II, ps. 5 a 289.
- PEREIRA, Lúcia Miguel. A vida de Gonçalves Dias: contendo o diário inédito da viagem de Gonçalves Dias ao Rio Negro. Rio de Janeiro, Livraria José Olympio Editora, 1943, 425 p.
- MONTELLO, Josué. Gonçalves Dias: ensaio biobibliográfico. Rio de Janeiro Publicações da Academia Brasileira, 1942, 182 p.
- BANDEIRA, Manuel. “A vida e a obra do poeta” In: Gonçalves Dias: poesia e prosa completas. Rio de Janeiro, Editora Nova Aguilar, 1998, ps. 13 a 70. (Excertos do livro Gonçalves Dias, esboço biográfico)
- FREYRE, Gilberto. “Casa-grande & senzala: formação da família brasileira sob o regime da economia patriarcal.” In: Intérpretes do Brasil. Rio de Janeiro, Editora Nova Aguilar, 2000, v. II, ps. 203 a 727.
- HOLANDA, Sérgio Buarque de. “Raízes do Brasil.” In: Intérpretes do Brasil. Rio de Janeiro, Editora Nova Aguilar, 2000, v. III, ps. 929 a 1102.
- PEREIRA, Lúcia Miguel. A vida de Gonçalves Dias: contendo o diário inédito da viagem de Gonçalves Dias ao Rio Negro. Rio de Janeiro, Livraria José Olympio Editora, 1943, p. 41.
- Id. Ibid., p.41
- Consultar a respeito MONTAIGNE, Michel Seigneur de. Ensayos selecionados e ilustrados por Salvador Dalí. Spain, Editorial Planeta- Fundación Gala – Salvador Dalí, 2006, 432 p.
- Consultar a respeito FRANCO, Afonso Arinos de Melo. O índio brasileiro e a revolução francesa: as origens brasileiras da teoria da bondade natural. Rio de Janeiro, Topbooks, 2000, 320 p.
- Consultar a respeito GOETHE. Werther. Guanabara, Organização Simões, s/d, 151 p.
- Consultar a respeito ROUSSEAU. Júlia ou a nova Heloísa. Campinas/SP, Editora da UNICAMP: São Paulo, Editora HUCITEC, s/d, 660 p.
- LEAL, Antônio Henriques. Phantheon maranhense: ensaios biográficos dos maranhenses ilustres já falecidos. Rio de Janeiro, Editorial Alhambra, 1987, tomo II, p. 48.
- Id. Ibid., p. 48.
- MONTELLO, Josué. Gonçalves Dias: ensaio biobibliográfico. Rio de Janeiro, Publicações da Academia Brasileira, 1942, p. 107.
- Apud LEAL, Antônio Henriques. Pantheon maranhense: ensaios biográficos dos maranhenses ilustres já falecidos. Rio de Janeiro, Editorial Alhambra, 1987, tomo II, p. 127.
- Id. Ibid., p. 80.
- Id. Ibid., p. 25.
- DIAS, Antônio Gonçalves. “Correspondência ativa de Antônio Gonçalves Dias” In: Anais da Biblioteca Nacional. Rio de Janeiro, Divisão de Publicações e Divulgação, 1971, v.84, p. 20.
- Id. Ibid., p. 39.
- Id. Ibid., p. 39.
- FRANCO, Francisco de Melo et FRANCO, Francisco de Mello. Reino da estupidez. O novo reino da estupidez. São Paulo, Editora Giordano 1995, p.77.
Rossini Corrêa: Advogado, Escritor e Filósofo do Direito, com mais de40 livros publicados, entreos quais se destacam: Saber Direito-Tratado de Filosofia Jurídica; Jusfilosofia de Deus; Crítica da Razão Legal; Bacharel, Bacharéis: Graça Aranha, discípulo de Tobias e companheiro de Nabuco; Teoria da Justiça no Antigo Testamento; José Américo, o Jurista; Política Externa Independente: contribuição crítica à história da diplomacia nacional; O Liberalismo no Brasil: José Américo em perspectiva; Brasil Essencial: para conhecer o país em cinco minutos; O Bloco Bolivariano e a Globalização da Solidariedade: bases para um contrato social universalista; e Romeu e Julieta no Brasil. É membro titular do Instituto Histórico e Geográfico do Distrito Federal – IHGDF. Pertence à Academia Brasiliense de Letras – ABrL e à Academia Maranhense de Letras – AML. É Patrono da Cátedra Gonçalves Dias, da SVT Faculdade de Ensino Superior e foi Coordenador da Cátedra Daisaku Ikeda, do Centro Universitário de Goiás-Uni-Anhanguera.










