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Gonçalves Dias e a fundação do humanismo nacional: caminhos da consciência, da educação e da cultura: parte IV | Rossini Corrêa

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V: “Quatro dramas – Patkul e Beatriz Cenci, que já trouxera prontos para o Rio, Leonor de Mendonça e Boabdil, aqui escritos – constituem o teatro de Gonçalves Dias, todo em prosa, e inferior, como movimentação e valor cênico, a “I Juca-Pirama”.88 “Sem dúvida, nada inventou, não foi um desses gênios que, pela originalidade, pela novidade das suas criações, marcam e condicionam a sua época. Ao contrário, foi fortemente influenciado pelo seu tempo”.89 “De sua obra em prosa só não envelheceu a parte em que o assunto importa muito mais do que a forma – os estudos históricos e etnográficos; só esta perdurou, só esta lemos hoje com o acatamento que Gonçalves Dias merece. O resto – artigos, trechos de romances, dramas e a própria Meditação, por vezes tão inchada – caducou, só interessa à crítica literária, vale apenas como documento de uma época.“90 “I-Juca-Pirama é a maior realização dramática de Gonçalves Dias; a única que hoje nos empolga, que não precisa de atenuantes para ser julgada.”91

 

CONTRAPONTO: A quase sempre sóbria e ponderada estudiosa Lúcia Miguel Pereira, de repente, projetando a si mesma sem rede, colchão ou cama elástica, de trapécio a trapézio, pode ter encontrado o abismo da crítica. O procedimento argumentativo luciano não tem amparo, não encontra âncora em nenhum razoável fundamento metodológico, ao impugnar e condenar, em bloco, todo o teatro gonçalvino, a rigor, sem alguma sustentável análise, sem qualquer convicente demonstração, partindo e chegando apenas a si mesma, no exercício desabrido da subjetividade.

 

Na negativa do conjunto do teatro de Gonçalves Dias residiu, de inequívoca maneira, o magno desacerto de Lúcia Miguel Pereira, quase sempre procedente. O que de melhor o teatro brasileiro produziu no século XX, em matéria de autoria, crítica, atuação, história, direção e estabelecimento de um cânone, proclamou que o escritor maranhense teatrólogo foi de estirpe clássica, reconhecendo o movimento onde aquela vislumbrou a monotonia. Assim falaram Zbignieu Marian de Bienbinski, Décio de Almeida Prado, Sábato Magaldi, Marlene de Castro Correia e, entre outros, José Maria Reis Perdigão, festejando, em nome de todos, a excepcional qualidade do texto de Leonor de Mendonça. 92

 

Quanto a ser “I Juca Pirama” o que de mais significativo produziu a dramaturgia gonçalvina, a consideração quiçá pudesse resultar melhor posta, se se a redefinisse nos seguintes termos: “I- Juca-Pirama” é um testemunho esplendente da superior arquitetura da poesia dramática de Gonçalves Dias, possível, tanto quanto passagens de Os Timbiras, em virtude das qualidades gerais de seu profundo domínio da substância e da técnica teatrais.

 

No tocante à ideia de Luciana de que o artista e pensador maranhense ‘nada inventou’, uma única reparação basta, em grau mínimo de apelação por constituir uma pequena ressalva, a ecidenciar que a montanha não pode parir o rato: ora, Gonçalves Dias ‘nada inventou’, a não ser o humanismo brasileiro, sua consciência reclamante de educação reivindicante de cultura, a antecipar, de forma qualificada, o filósofo mexicano José Vasconcelos, em histórica e, por realizar, anunciação: por minha gente falará o espírito.

 

Se alguma coisa envelheceu, quanto a Gonçalves Dias, foi o juízo críptico de Lúcia Miguel Pereira, quando, dançando sobre o abismo, subumbiu a um certo surto de passionalismo típico de Sílvio Romero, merecido pela sua expressão enquanto biógrafa, crítica e historiadora da literatura brasileira. Neste particular, o melhor de Lúcia Miguel Pereira, relativamente ao vértice de significados e de significantes do estro e do papel gonçalvinos: “A revolução que aqui fez, foi a que fizeram Vitor Hugo em França, Garrett em Portugal. Fê-la, porém, a seu modo, com os seus meios, com a sua sensibilidade de homem altamente diferenciado, de brasileiro, com elementos poéticos tirados de si e do que o rodeava”.93 Ou seja: o nome disto é inventidade, no exercício de um papel correlato, corresponde ao de Vitor Hugo e ao de Almeida Garrett, respectivamente, na França e em Portugal.

 

Eis senão quando a biógrafa do poeta maranhense, cuja característica maior foi sempre sensatez dos juízos interpretativos, ao impugnar toda a prosa gonçalvina e ao retirar o embargo apenas para a de natureza histórica e etnográfica, por ser direta, de fundo objetivo, nada retórica e sem preocupação artística, buscando ressalvos, o considerou um etnógrafo com “segurança intuitiva, por assim dizer divinatória”.94 Tratou- se, todavia, absolutamente do contrário: o etnógrafo Gonçalves Dias foi laborioso, metódico, racional e reflexivo, nele existindo um substrato divinatório por ser um cientista, como Goethe, que era poeta…

 

De mais a mais, a percuciente ensaísta que conquistou um lugar de honra nos estudos gonçalvinos, estando para o século XX, juntamente com M. Nogueira da Silva e com Josué Montello, como esteve Antônio Henriques Leal para o século XIX – claudicou e tropeçou, em incontida queda, ao colocar no baú do ‘resto’, não somente os ‘dramas’, mas ‘a própria Meditação, para resumir o inventário. A postulação de que, com tudo o mais, o referido poema em prosa histórico ‘caducou, só interessa à crítica literária, vale apenas como documento de uma época ao ser ‘por vezes tão inchado’, constituiu o desacerto magno da quase sempre equilibrada Lúcia Miguel Pereira. Ora, não procede a Luciana recusa do verso bíblico, posto que descartá-lo significa, em última instância, a própria Bíblia desconsiderar, pais verso poucos entendiam, no Brasil, tanto quanto Gonçalves Dias, que só rendia mercê ao tradutor de Homero e de Virgílio, garantindo: “Odorico metrifica como um rei”95e louvando-o como mestre do português, língua de Camões: ‘Não sei de nenhum, nem em Portugal, nem no Brasil, que o escreva melhor96 por tudo quanto revelou – da dominação política e da estratificação social – a Meditação, à revelia da insustentável imputação de inchaço, ao reverso, foi concisa, havendo quem a tenha como “a maior desconstrução crítica jamais escrita do colonialismo português no Brasil”.97 A missão a cumprir encontrara o seu ator histórico.

 

O papel desempenhado por Gonçalves Dias foi o de fundador do humanismo nacional, compreendido como a geração de uma gramática simbólica para a terra e o homem brasileiros, necessitados, em sua emergência autônoma depois do 7 de setembro de 1822, da prefiguração de um destino comum, segundo uma exemplaridade humana, fomentada por uma paideia e respaldada por um escudo ético, para a perseguição e a efetivação de um outro sentido finalístico, sob o escopo de uma exaltada ambiência ecológica, posto que “Minha terra tem palmeiras/ Onde canto o sabiá.”98

 

Erudito, dispunha Gonçalves Dias de familiaridade com o mundo das ideias, que chamava para si até mesmo na correspondência jocosa, ao correr da mão, dirigida ao amigo-irmão Alexandre Teófilo de Carvalho Leal, de 30 de novembro de 1846: “Eu estava neste dia diabolicamente exaltado; tinha muito de Rousseau, muito de Byron, e muitíssimo do choramingas Jeremias.”99 Em especial, Jean-Jacques Rousseau, o pioneiro do romantismo, há de ter aproximado o pensador maranhense da percepção de que, se era a terra sobre a qual a nação estava a ser erguida, proclamada era como paradisíaca, o homem brasileiro necessitava de um mito de fundação que o representasse, inspirasse e dirigisse o seu agir histórico, a ambos confluindo, na unidade da visão do paraíso e do bom selvagem.100

 

Recorde-se que, sem embargo, transitou Gonçalves Dias pelas culturas francesa e inglesa, tornando-se um germanista antecedente a Tobias Barreto e sua Escola do Recife, perfazendo o itinerário da ideia de espírito do povo, nascida, segundo J. Ferrater Mora, na França do século XVIII, do que foram participes Montesquieu, com o “espírito de uma nação”101 e Voltaire, com o “espirito nacional ou espírito do povo.”102 Seria preciso consignar, ainda, “na ideia de Volksgeist”, como destacou Ortega y Gasset, “a possível influência da historiografia inglesa do século XVIII, especialmente a de Gibbon e Hume.”103 Então, da França e da Inglaterra, o argumento desembarcou na Alemanha, onde Hegel tornou sinônimas, em definitivo, as expressões Volksgeist (Espírito do Povo) e Nationalgeist (Espírito Nacional) 104, estabelecendo a dialética entre o singular (o espírito particular de indivíduos, grupos e comunidades) e o universal (o espírito de níveis diferenciados de povos e de nações e sua presença (ou ausência?) na consumação do Espírito Universal).105 Eis de onde Gonçalves Dias edificou, em afinidade goethiana eletiva, a visão originalmente indigenista, por ordem cronológica de ingresso no teatro da nossa história, na formação do homem brasileiro, conferindo-lhe um ethos nacional, com que acrescentasse a sua singularidade proativa dentro do Espírito Universal. Ei-lo nas “Poesias Americanas” de os Primeiros Cantos e em Os Timbiras, enfim, nos Segundos Cantos, nas “Poesias Americanas” de Últimos Cantos e, em especifico, parte destes na

 

“CANÇÃO DO TAMOIO

(Natalícia)

I

“Não chores, meu filho; Não chores, que a vida É luta renhida:

Viver é lutar.

A vida é combate, Que os fracos abate,

Que os fortes, os bravos, Só pode exaltar.

II

Um dia vivemos! O homem que é forte Não teme da morte;

Só teme fugir; No arco que entesa Tem certa uma presa,

Quer seja tapuia, Condor ou tapir.


III

O forte, o cobarde Seus feitos inveja De o ver na peleja Garboso e feroz;

E os tímidos velhos Nos graves conselhos, Curvadas as frontes, Escutam-lhe a voz!

IV

Domina, se vive; Se morre, descansa

Dos seus na lembrança, Na voz do porvir.

Não cures da vida! Sê bravo, sê forte! Não fujas da morte,

Que há morte há de vir!

V

E pois que és meu filho, Meus brios reveste; Tamoio nasceste, Valente serás.

Sê duro guerreiro, Robusto, fragueiro, Brasão dos tamoios Na guerra e na paz.

VI

Teu grito de guerra Retumbe aos ouvidos D’imigos transidos Por vil comoção;

E tremam d’ouvi-lo Pior que o sibilo Das setas ligeiras, Pior que o trovão.

VII

E a mãe nessas tabas, Querendo calados Os filhos criados Na lei do terror;

Teu nome lhes diga, Que a gente inimiga Talvez não escute Sem pranto, sem dor!

VIII

Porém se a fortuna, Traindo teus passos, Te arroja nos laços Do imigo falaz!

Na última hora Teus feitos memora, Tranquilo nos gestos,

Impávido, audaz.

IX

E cai como tronco Do raio tocado, Partido, rajado

Por larga extensão; Assim morre o forte! No passo da morte Triunfa, conquista Mais alto brasão

X

As armas ensaia, Penetra na vida: Pesada ou querida, Viver é lutar.

Se o duro combate. Os fracos abate,

Aos fortes, aos bravos Só pode exaltar!”106

 

Sublinhe-se: ‘Não fujas da morte,/ Que a morte há de vir!’ A vida, em Gonçalves Dias, quanto à exemplaridade multibiográfica prefigurada, por meio do índio, para o miscigenado homem brasileiro, é sinônimo de luta, brio, peleja, brasão, combate, arrojo, audácia, força, dureza e exaltação, enquanto pilastras da antropologia filosófica nacional. A relevância do problema foi realçada por Marcel Mauss em uma pequena, mas relevante frase, pois eram “as nações, as mais avançadas das sociedades conhecidas,”107 cercadas de proativas energias conformadoras do agir histórico: “As expressões ‘coerção’, ‘força’, ‘autoridade’ podem ter sido usadas no passado e possuem seu valor, mas essa noção da expectativa coletiva é, a meu ver, uma das mais essenciais sobre as quais devemos trabalhar. Não conheço outra noção geradora de direito e economia. ‘Espero que’ é a própria definição de todo ato de natureza coletiva.”108 O sentido da fundação do humanismo brasileiro pelo artista e pensador maranhense, sem dúvida, residiu na indicação construtiva de uma multisubjetividade dotada de ‘expectativa coletiva’ , necessária e suficiente para a plural formulação de um ‘espero que’. Do espaço mítico para o processo histórico: eis o projeto nacional gonçalvino.

 

No coração do sensível problema do ser nacional, do caráter nacional, a postura do pensador timbira foi, com certeza, de matiz anticolonialista e de expressão anti- imperialista, cuja definição, em última instância, compreendeu a eleição da arquitetura de uma paideia, isto é, de um ideal ético e pedagógico de formação do homem brasileiro, como caminho inclusivo e solidário de mudança, da sociedade genocida (do indígena) e escravista (do africano). Paideia que conduziu Gonçalves Dias a ser o precursor, enquanto advogado de um Brasil melhor, da mudança pela educação, da emancipação pela cultura, prefigurando Anísio Teixeira, Fernando Azevedo, Florestan Fernandes, Paulo Freire e Darcy Ribeiro. Estadista da educação que esteve, comissionado pelo Imperador Dom Pedro II, a estudar, em 1851, no Norte do Brasil, o sistema das províncias de instrução escolar e profissional e a percorrer, em 1854, países da Europa, para examinar como organizavam a escola pública e seus métodos pedagógicos, coisa que faria, de novo, em 1856, especificamente, quanto à Bélgica. Em 1861, por designação do presidente da Província do Amazonas, Manuel Clementino Carneiro da Cunha, visitou escolas na região do Solimões, avançando do Brasil para o Peru.

 

Não por acaso, mas por perceber a educação como o neurotransmissor social do direito à esperança, Gonçalves Dias confidenciou a Antônio Henriques Leal, o Plutarco Maranhense, que entre as obras previstas para urgente edição de sua lavra, além do relatório das atividades desenvolvidas pela Expedição Científica, da apresentação integral dos cantos de Os Timbiras e da História dos Jesuítas, se encontrava a vinda a lume dos “seus estudos sobre instrução pública.”109 Compreendeu o artista e pensador maranhense, com certeza, ser a difusão democrática da educação e da cultura condição de existência, consciente, necessariamente consciente, livre e emancipada, do homem brasileiro, razão de ser do humanismo nacional. Os estudos pedagógicos gonçalvinos foram retratados por M. Nogueira da Silva da seguinte forma: “São, ao todo, quantos relatórios, acuradíssimos relatórios.”110. E mais: eram “trabalhos minuciosos e inteligentes”111, que mereceram de Joaquim Manuel de Macedo a consideração de que configuravam “documentos de uma transcendência incontestável,”112 os quais “formavam um grosso volume”113 entregue ao Ministério do Império. Deve ser considerada questão de honra e de Estado a busca permanente, até o seu efetivo encontro, das obras desaparecidas de Antônio Gonçalves Dias.

 

Compreendeu-se, em razão do exposto, o motivo por que o pensador maranhense, à semelhança de Victor Hugo, na França e de Alexandre Herculano e Almeida Garrett, em Portugal, em certo tempo, pretendeu percorrer os caminhos da atividade política: para avançar as bandeiras da consciência, da educação e da cultura, na perseguição da efetivação do humanismo nacional. Foi uma viagem do encanto para o desencanto, posto que, muito jovem, proclamou: “O que nos há de valer é a política.”114 O correr da carruagem do tempo, todavia, revelou ao pensador maranhense que a sua agenda civilizatória não corresponderia à opção do estamento brasileiro pela barbárie, pela exclusão, enfim, pelo desconhecimento da humanidade do outro, como legítimo merecedor da necessária promoção social. Eis que Gonçalves Dias considerou a hipótese de ser candidato a deputado, se sobrevivente o círculo de Caxias, onde “poderia ter votos de saquarema e dos liberais em maioria mais que bastante, – e votos não de partido mas de afeição ou de simpatia!115 De repente, na contramarcha das expectativas, o possível candidato ponderou: “O Brasil parece-me que se aproxima de uma crise, e muito breve e eu não lhe vejo remédio. Que vou fazer às Câmaras?”116 No juízo do poeta e humanista brasileiro, no parlamento estaria cercado “de gente que não vale dez réis de cominhos.”117 Tornara-se visível a sub ou antielite cartorial e patrimonialista brasileira.

 

(termina na próxima edição)

 

REFERÊNCIAS

 

(88)  PEREIRA, Lúcia Miguel. A vida de Gonçalves Dias: contendo o diário inédito  da viagem de Gonçalves Dias ao Rio Negro. Rio de Janeiro, Livraria José Olympio Editora, 1943, p. 147.

 

(89)     Id. Ibid., p. 144.

 

(90)     Id. Ibid., p. 148.

 

(91)     Id. Ibid., p. 149.

 

(92) CORRÊA, Rossini. Gonçalves Dias e Ferreira Gullar: destinos da poesia brasileira. Brasília. Thesaurus, 2019, p. 22 e ss.

 

(93) PEREIRA, Lúcia Miguel. A vida de Gonçalves Dias: contendo o diário inédito da viagem de Gonçalves Dias ao Rio Negro. Rio de Janeiro, Livraria José Olympio Editora, 1943, p. 144.

 

(94) Id. Ibid., p. 147.

 

(95) DIAS, Antônio Gonçalves. “Correspondência ativa de Antônio Gonçalves Dias”. In: Anais da Biblioteca Nacional. Rio de Janeiro, Divisão de Publicações e Divulgação, 1971, v.84, p. 368.

 

(96) Id. Ibid., p. 379.

 

(97) CORRÊA, Rossini. Gonçalves Dias e Ferreira Gullar: destinos da poesia brasileira. Brasília, Thesaurus, 2019, p. 29 e ss.

 

(98) GONÇALVES DIAS. Poesia e prosa completas. Rio de Janeiro, Editora Nova Aguilar, 1998, p. 105.

 

(99) DIAS, Antônio Gonçalves. “Correspondência ativa de Antônio Gonçalves Dias.” In: Anais da Biblioteca Nacional. Rio de Janeiro, 1971, v. 84, p. 68.

 

(100)  Consultar a respeito CORRÊA, José Rossini Campos do Couto. Formação social do Maranhão: o presente de uma arqueologia. São Luís, Engenho, 2017, 620 p. :il

 

(101) MORA, J. Ferrater. “Espírito do povo”. In: Dicionário de filosofia. São Paulo, Edições Loyola, 2001, tomo II (e-j), p. 886.

 

(102)  Id. Ibid., p. 886.

 

(103)  Id. Ibid., p. 886.

 

(104)  Id. Ibid., p. 886.

 

(105)  Id. Ibid., p. 887.

 

(106) GONÇALVES DIAS. Poesia e prosa completas. Rio de Janeiro, Editora Nova Aguilar, 1998, p. 396.

 

(107) MAUSS, Marcel. A nação. São Paulo, Três Estrelas, 2017, p. 47.

 

(108) Id. Ibid., p.. 9.

 

(109) LEAL. Antônio Henriques. Pantheon maranhense: ensaios biográficos dos maranhenses ilustres já falecidos. Rio de Janeiro, Editorial Alhambra, 1987, tomo II, p. 111.

 

(110) NOGUEIRA DA SILVA, M. Bibliografia de Gonçalves Dias. Rio de Janeiro, Imprensa Nacional, 1942, p. 195.

 

(111)   Id. Ibid., p. 195.

 

(112)  Id. Ibid., p. 195.

 

(113)  Id. Ibid., p. 195.

 

(114) DIAS, Antônio Gonçalves. “Correspondência ativa de Antônio Gonçalves Dias.” In: Anais da Biblioteca Nacional. Rio de Janeiro, Divisão de Publicações e Divulgação, 1972, v.84, p. 67.

 

(115)   Id. Ibid., p. 283.

 

(116)   Id. Ibid., p. 283.

 

(117)   Id. Ibid., p. 283.

 

Legenda “Gonçalves Dias e a fundação do humanismo nacional: caminhos da consciência, da educação e da cultura – parte IV_1”: fotografia de Rossini Corrêa

Rossini Corrêa: Advogado, Escritor e Filósofo do Direito, com mais de40 livros publicados, entreos quais se destacam: Saber Direito-Tratado de Filosofia Jurídica; Jusfilosofia de Deus; Crítica da Razão Legal; Bacharel, Bacharéis: Graça Aranha, discípulo de Tobias e companheiro de Nabuco; Teoria da Justiça no Antigo Testamento; José Américo, o Jurista; Política Externa Independente: contribuição crítica à história da diplomacia nacional; O Liberalismo no Brasil: José Américo em perspectiva; Brasil Essencial: para conhecer o país em cinco minutos; O Bloco Bolivariano e a Globalização da Solidariedade: bases para um contrato social universalista; e Romeu e Julieta no Brasil. É membro titular do Instituto Histórico e Geográfico do Distrito Federal – IHGDF. Pertence à Academia Brasiliense de Letras – ABrL e à Academia Maranhense de Letras – AML. É Patrono da Cátedra Gonçalves Dias, da SVT Faculdade de Ensino Superior e foi Coordenador da Cátedra Daisaku Ikeda, do Centro Universitário de Goiás-Uni-Anhanguera.

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