
Para acesso à página de Cavani Rosas, acessar aqui: https://www.instagram.com/ricardocavanirosas/
Cavani Rosas nasceu em 25 de dezembro de 1952 na cidade de Recife, em Pernambuco. Criado no bairro de Sao José, Cavani teve suas aulas de desenho com seu pai, Júlio Santana Rosas, projetista de barragens, quando ainda criança. Sua carreira como ilustrador iniciou em 1969, aos dezessete anos, no jornal infantil Júnior, do Diário de Pernambuco. Paralelamente, trabalhou com decorações de carnaval para clubes sociais, e como ilustrador para alguns escritórios de arquitetura. No mesmo período participou do atelier Sobrado 7, em Olinda, onde teve sua primeira exposição coletiva. Toda essa vivencia despertou-lhe um constante interesse por exposições e museus, o motivando a vislumbrar cada vez mais uma carreira artística.
Em 1970 realizou sua primeira mostra individual na boate Libras com temas psicodélicos, e dois anos depois, a segunda individual na Academia Pernambucana de Letras com temas voltados para aspectos existenciais da humanidade. Ainda em 1972, conquista seu primeiro prêmio no concurso da Mostra de Arte do Sesquicentenário da Independência, enquanto ilustrava para alguns jornais em Recife até seus vinte e dois anos.
Cavani casa-se e vai morar em Campina Grande, na Paraíba, onde permaneceu por dois anos. Volta a Recife, e em 1978 segue para o Rio de Janeiro, mas logo muda-se para São Paulo onde teve muitas oportunidades e em três anos trabalhou como ilustrador de livros de gastro-cirurgia a convite do cirurgião e professor, Dr. Edmundo Vasconcelos; na Folha de Sao Paulo, para ilustrar O Folhetim; pelos Jornais Versus e Leia Livros, e por fim, realizou exposição na Galeira Vasp, em Sao Paulo e, no Museu Guido Viaro, em Curitiba.
Em 1981 retorna a Recife, monta seu atelier em Casa Forte, outro atelier de esculturas na Fundação Casa da Criança, criada por Giusepe Baccaro, depois cria o Atelier Aurora em Recife, juntamente com mais cinco artistas.
Nesta época, Cavani monta um grande atelier particular, no tradicional bairro do Poço da Panela, onde ministrava cursos de escultura e desenho.
Cria, na década de 80, junto a população, o movimento social, Amigos de Cada Forte, onde atuava fortemente contra o desenvolvimento desenfreado de construções verticais que ameaçavam o Sítio Histórico do Poço da Panela.
Muda-se para São Paulo em 1986 e monta atelier no Morumbi. Ao longo de quinze anos realizou vários trabalhos a convite da USP, no Instituto de Bio-Ciências e no Butantã como ilustrador. Colaborou para o Le Monde Diplomatique, para o Caros Amigos, participa de várias coletivas e realiza duas mostras individuais, uma na Galeria 3084A e outra na Sociedade Hípica de São Paulo. Enquanto isso realizou vários trabalhos fora de São Paulo, como a criação e execução de monumento com seis peças, sendo algumas com 4m de altura, em homenagem ao Maracatu Rural na cidade de Nazaré na Mata, interior de Pernambuco.
Em 2012, Cavani volta para Recife e reabre atelier no Poço da Panela, quando, então, passa a realizar trabalhos com iconografia, como desenhos em bico de pena para o Palácio do Governo e Palácio da Justiça, bem como produção de quatorze esculturas, de 2,30 m de altura, para o Instituto Ricardo Brennand.
Há um ano muda com seu atelier para Aldeia, bairro mais distante do centro, no município de Camaragibe, e passa a atuar, também, na produção de três curtas: Deixem Diana em Paz, O Ex Mágico e Sob a Pele.
Em novembro de 2017, Cavani abre atelier em Recife bairro de Parnamirim onde também da aulas de desenho.
Preocupado com a preservação de sitio históricos e suas edificações o artista vem desenvolvendo trabalhos em desenho a bico de pena dessas localidades em Recife, Olinda, Rio de Janeiro e São Paulo.
Para o tribunal de justiça de Pernambuco desenvolveu três desenhos em bico de pena detalhados de parte da faxada, do Salão nobre e do salão do pleno encomendados pelo palácio da justiça, na mesma encomenda foram retrato três embarcados também em bico de pena.
No entorno também foram desenhados pelo artista o palácio do governo, oito desenhos. O teatro Santa Isabel e o prédio do Liceu de Artes e Ofícios.











