
Por um acaso dos acasos ou não… Tão acasos, assim, não…
Por uns reveses dos reveses ou não, Tão reveses, assim, não…
Livro versus Arma… Civilização versus Barbárie…
Humanismo versus Antropofobia…
Quanta veracidade! Quanta atualidade! Quanta verdade!
Como não pedir autorização à Tia Zanza e Aquele Sobrinho para, novamente, chupar outra pérola de seus filosofares, pensares e raciocinares?
Daqueles 367 filosofares, pensares e raciocinares, contidos no livro In – Defini (Ções) Tivas Desta Tia Zanza e Deste Sobrinho, agora, chegou a vez do texto 363, página 254, redigido e postado, inicialmente, no dia 28/10/2018.
Verdadeira preciosidade… Preciosidade verdadeira…
Irrefragável! Insofismável! Irrefutável!
Esta Tia Zanza e Este Sobrinho, verdadeiros aprendizes de filósofos, uns tais e quais, Seres Contemporâneos do Futuro, oferecendo sempre escritos no ontem e do ontem, para o hoje do amanhã.
Em sendo assim e assim sendo, eis o tal e qual texto-diálogo daqueles dois – da Tia e Daquele Sobrinho:
– Portanto, Sobrinho Meu, Os segundos chegaram… Os minutos aí estão… A hora pintou… O dia é este… Eis aí o exato momento de dar o Tchan! Não apenas um panaca Tchan! Ou um trouxa Tchan! Ou um ignorante Tchan! Mas, porém, contudo, todavia, entretanto e no entanto, aquele Tchan Esperto ou aquele Tchan Hábil ou aquele Tchan Instruído. Um Tchan! Maiúsculo pra registrar a História em imaculadas páginas e inalteradas laudas, redigidas com indeléveis tintas e inapagáveis corantes.
- Pois é, Tia Zanza! O dito cujo e o cujo dito Tchan Pleno daquele Tchan! Tchan! Tchan! Tchan! Incalculável… Eterno… Infinito… Verdade nua e crua, verdade vestida e assada, Tia Zanza!
- Sim, Sobrinho Meu! É agora! O Tchan! O nosso Tchan! O Tchan!
Nosso de cada dia nosso! Vamos, sim, Sobrinho Meu! Como diria o grande Vandré, “Quem sabe faz a hora, não espera acontecer”. Vamos, de cabeça erguida, conscientemente, rumando para o endereço indicado… Munido do Título… Comparecendo na Zona própria… Precisamente na Seção respectiva… Ali, ela! Urna sagrada Urna! Lá estaremos, então, Sobrinho Meu e Esta Tia Zanza também! Caminhando e cantando o Livro contra a Arma… A conquista da Civilização vencendo a Barbárie… Sem dúvida nenhuma, sem alguma dúvida, para teclar a tecla do Humanismo. Para teclar a tecla do Tchan! Tchan! Tchan! Tchan! Do ELENÃO! Dialeticamente, para teclar a tecla do Tchan! Tchan! Tchan! Tchan! Do ELE SIM! Escorraçando de vez O COISA! Este Hediondo, Imundo, Nauseabundo, Legítimo, Genuíno, Autêntico, Subproduto da Humanidade. Este Violento, Preconceituoso, Armamentista, Estúpido, Sanguinário, Homofóbico, Imbecil… Que venha, pois, o compassado Tchan! Tchan! Tchan! Tchan! Da Civilização se contrapondo à descompassada Barbárie! Sim! Vamos sim! “Caminhando e cantando… Vem, vamos embora que esperar não é saber. Quem sabe faz a hora, não espera acontecer…”
(Infelizmente, 57 milhões de eleitores, compostos pela Minoria de Abastados, Engravatados, Togados, Fardados e Apostolados e, claro, lógico e evidente, pela Maioria de Lascados, optaram pela Arma e pela Barbárie. Sem contar os Imbecis, Babacas, Idiotas que votaram em branco, anularam o voto ou não compareceram!)
Francisco Simonini da Silva (Xico Simonini) nasceu em Viçosa, MG, no dia 18 de novembro de 1941. Em sua cidade natal, em Belo Horizonte (MG), Florestal (MG), Pará de Minas (MG), Divinópolis (MG), Piracicaba (SP), Assis (SP), Primeiro de Maio (PR), Juiz de Fora (MG), Cataguases (MG), Ponte Nova (MG) e, recentemente em Santo Antônio de Pádua (RJ) construiu sua trajetória de professor e administrador do sistema educacional, além de marcante atuação na imprensa e na militância político-partidária. Aposentou-se como professor-adjunto na Universidade Federal de Viçosa (UFV), onde exercia suas funções no Departamento de Educação, do Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes. Vem atuando, há mais de cinquenta anos, no sistema educacional público e privado (da educação infantil à pós-graduação), no ensino, pesquisa, extensão e administração. Por iniciativa individual ou coletiva participou da fundação de uma dezena e meia de escolas e cursos em todos os níveis. Sua trajetória é marcada por vigorosa atuação política, partidária e sindical e em campos diversos, como músico, desportista, comentarista esportivo, escritor, poeta, chargista e responsável pela publicação do semanário viçosense “Muzungu”.










