Fotografia

“as canções do insurgente” (I), (II) & (III) poemas e fotos | Igor K. Marques

foto: Igor K. Marques

foto: “momentos antes do encontro” Igor K. Marques 07.09.12 (I)

continuo o mesmo flâneur com uma câmera na mão/ e a cabeça sempre à deriva aderna/ oscila em busca de um lugar sagrado para chamar de meu/ agora, admito um inconfessável culto ás imagens – aquelas da minha máquina de captura/ e pretendo seguir arquitetando meu templo de ateu/ quero o náufrago africano como guardião/ para oráculo convido o refugiado sírio/ que anuncie revelações e enigmas em sua língua natal/ afinal, escrever o poema com a câmera/ ou elaborar a imagem fotográfica com a palavra que ainda virá/ é criptografar a escritura do mundo.

Igor K. Marques/@Igor Malaschenko (17.09.15)

produção poética em revisão “as canções do insurgente” (II) (2019)

 

o que propõe a grande nuvem/ ao prédio em construção?/ em que linguagem cifrada conspiram/ quiçá tramando o fim de um deus maldito/ esse mesmo deus que ri sarcástico/ dos planos que ainda temos de redenção./ ou será apenas outro texto herético/ do flâneur ocioso urdindo um hermético poema/ mais um enigma sem solução?

“as canções do insurgente” (III)

texto & imagem / Igor Malaschenko – on photography written with a camera – Todos os direitos reservados All rights reserved 27.09.19

foto: @Igor Malaschenko por Igor K. Marques

A título de uma “bio” fora do previsível padrão, sobre formação “superior” e/ou percurso de artista – gravura em metal, desenho, litografia e pintura, atividades discentes e docentes, exposições, etc., que a meu ver, parecem comuns à maioria de meus pares, resolvi, há mais de dez anos apresentar-me com um manifesto particular de fotógrafo/artista plástico e poeta bissexto.

dez anos atrás e agora: “sobre criptografar a escritura do mundo”

continuo o mesmo flâneur com uma câmera na mão/ e a cabeça sempre à deriva aderna/ oscila em busca de um lugar sagrado para chamar de meu/ agora, admito um inconfessável culto ás imagens – aquelas da minha máquina de captura/ e pretendo seguir arquitetando meu templo de ateu/ quero o náufrago africano como guardião/ para oráculo convido o refugiado sírio/ que anuncie revelações e enigmas em sua língua natal/ afinal, escrever o poema com a câmera/ ou elaborar a imagem fotográfica com a palavra que ainda virá/ é criptografar a escritura do mundo.

Igor K. Marques/@Igor Malaschenko (17.09.15)

 

Links de acesso à produção plástica, fotográfica e poética:

https://www.instagram.com/igormalaschenko/

@Igor Malaschenko
https://www.facebook.com/media/set/?set=a.571758262835695&type=3

(Flickr em construção)

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